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quinta-feira, 21 de abril de 2016

you can do it


[o recurso a imagens desta natureza, cuja irresponsabilidade é, desde logo, assumida pelo dinamizador deste blogue, apenas demonstra o caminho do oportunismo gráfico mais andrajoso, credor de uma inquinada e superficial inteligência, cujo défice criativo, para não dizer criador, nos revela, doutamente, o nível subterrâneo onde se encontra a chafurdar o seu autor.]

quinta-feira, 7 de abril de 2016

observando as regras de interpretação

lá fui respondendo às questões que me eram colocadas, questões pertinentes, sorrateiras, temáticas, idiossincráticas, questões cuja leveza transportava água no bico suficiente para inundar ali a zona dos bares em Coimbra; questões que apesar de tudo não se limitavam a questionar, antes a tentar antever, pressagiar, construir cenários, levantar lebres.

Terminei educadamente à boa maneira de shveik: declaro com obediência, senhor, que a minha língua não pode sair mais do que isto.

quinta-feira, 17 de março de 2016

a forma que aspira a um fim

pensava eu (deixem passar) na minha (futura) nova roupagem primavera verão, pensava nisso como quem come nozes sem cerveja por perto, isto é, distante, não apenas dos pensamentos como da distância que nos separa(va), talvez por ser ainda de manhã, não sei, de qualquer maneira os pensamentos ganharam outra forma, mais leve, uma penugem que escondia algures uma luzinha que depois (certamente) se reflectiria no olhar (o meu, mas desta perspectiva não é fácil assegurar),  um pensamento cuja matriz (de cor cinzenta) se firmava nos últimos dias, dias em que uma nuvem afecto-contagiosa (de cor cinzento escura, embora parecesse aos incautos branquinha como cal), se instalara no espaço cognitivo da República com consequências ainda difíceis de analisar à vista desarmada [PAUSA: O AUTOR DESTAS LINHAS TEVE QUE SE AUSENTAR POR MOTIVOS PESSOAIS DURANTE, deixa ver, CERCA DE TRÊS HORAS… e EIS QUE VOLTA]:
…. quer dizer, essa virose (que atingiu inclusive dois conhecidos meus e um papagaio da vizinhança, mas neste caso com consequências muito inferiores) que se propagou pela forma da cidade (a Politeia, também se poderá ler constituição – uma cena dos gregos), contaminando ilusoriamente, simulando, constituindo-se como acto solene de fancaria, cujas verdadeiras proporções (e consequências) estão ainda longe de ser conhecidas. Quem entrasse na República por estes dias, teria a insidiosa sensação de estar a entrar na casa de pasto do costume, mas sem serrim no chão, com paus de incenso perto dos rojões (agora magros), e uns tipos e pasme-se (tipas) a beberem coquetailes a acompanhar as tripas e o sangue. Já para não falar na delicadeza no atendimento. Imaginem só!

quinta-feira, 10 de março de 2016

isto vai

hoje até dormi quase sete horas, acordei a pensar na cena, já ontem dormi seis e acordei a pensar em cenas, levitei nessas cenas durante quase um hora e voltei a adormecer, voltei a acordar, as cenas habitavam um espaço muito confuso com árvores e castelos medievais, uma cidade ali para os lados da Guarda, uma posta de pescada cozida (tenho saudades de pescada fresca cozida), dois contos intermináveis, uma posta a publicar, aquilo era um lugar muito estranho, pouco recomendável. Levantei-me ainda com a cenas que carreguei todo o santo dia, isto ontem, hoje vai pelo mesmo caminho, as cenas bifurcam-se, encolhem, insinuam-se como a Cristina Ferreira em revistas estrangeiras aos gritos, porque gritas?, perguntam-lhe, ela não sabe responder coitadinha, levantei-me, isto hoje, decidido a meter as cenas na ordem, mas estava, estou, dobrado, lavei os dentes antes de tomar o pequeno almoço deixei arrefecer o chá, duchei no meio disto tudo, acho. Isto vai...

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Nenhuma imagem disponível

Tenho uma (não confundir com a) vida muito ocupada: nos intervalos das coisas aproveito para fazer outras coisas. Corto as coisas aos bocados para melhor as entalar umas com as outras, já muita gente canina se debruçou acerca da necessidade de cortas as coisas se depois as vamos entalar. Recuso-me a entrar nesse tipo de polémicas ocas, estéreis, para não dizer desnecessárias, se queremos merdas que nos fodam a cabeça o melhor será seguirmos qualquer um dos programas sobre bola na televisão, seja ela qual for, programas esses em que os elementos participativos (garantem-me ) recebem,  em troca da dita participação, dinheiro verdadeiro, e não, como seria de esperar, notas daquelas que se encontram no monopólio, jogo que por estes dias está pela hora da morte. Tudo isto me deprime, embora tenha uma (não confundir com a) vida muito ocupada: nos intervalos das coisas aproveito para fazer outras coisas. Quer dizer…

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

dia não sei quantos 4 à quinta: por acaso

também ando (fundamentalmente) às voltas com as afinidades electivas, mas na versão Brás Teixeira, acho. Quer dizer...eu já volto.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

dia não sei quantos diz que é quinta: voltando à vaca fria

...a questão das noites resolve-se dormindo, ou tentando dormir, cavalgando sonhos e caindo do cavalo, fundamentalmente caindo do cavalo, ora transportado para o centro hospitalar dos sonhos, ora despejado no centro de cuidados intensivos dos pesadelos. Sei disso tudo. O planeamento das noites faz-se naqueles interstícios psicossomáticos do dia, uma espécie de nichos incrustados nos muros das cangostas antigas (não são fáceis de encontrar, é preciso não procurar), só aí as tabuletas das actividades noturnas poderão ser contornadas, reescritas em formas de vontade(s). Sei disso tudo. A lista é longa, desvarios, leituras, merdas para pensar antes de dormir, mesmo isso de dormir, a cama está quente está fria (bom, não tão fria como em Fortitude), ler não ler, estudar, não estudar, despejar todo o corpo no descanso como se isso fosse possível. Sei disso tudo. Mas o melhor mesmo é não começar os contos da música para aguardente do Bukoswski pelo menos delicado do que o gafanhoto, por acaso logo o primeiro, dá vontade de não continuar. Depois explico, como?, através de uma análise inovadora ao conto declínio e queda,um conto em que se pode ler escrito a lápis por baixo do título: de puta madre. Também é um conto cujo título coincide com o de uma obra genial do Evelyn Waugh, mas isso Bukoswski não sabia, ou fez de conta que...

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

dia não sei quantas quintas: a interdependência e a necessidade de integração

ainda durante a noite assisti a uma reunião dos neurónios transmissores (não o serão todos, pergunto?) absolutamente inconclusiva, adiada, talvez, para uma das noites da próxima semana, já que amanhã (esta noite) reúne uma comissão parlamentar para escutar o hipotálamo e o pedúnculo cerebral sobre questões passiveis de controle (a tal crise). Posto isto, terei sonhado com o corpo todo. Ao acordar sentia-me naquela ribanceira que vai dar origem a uma volta na cama e a mais uns sonhos. Resisti. Levantei-me de um trago e fui ao pão fresco. Ao balcão falava-se de bolos de aniversário e se a massa deveria levar chocolate. A minha mão ainda aflorou a arma na algibeira das calças azuis que trago vestidas há uns dois ou três dias. Foi nessa altura que decidi levar as calças pretas (hoje) para o trabalho. Regalei-me com um chá verde e pão fresco com manteiga. Dei de frosques para a poltrona verde e malhei umas páginas. Aquilo fez-me pensar. O caralho do Voltaire. Andava às voltas com isso quando ocasionalmente uns pensamentos me levaram até à retrete. Velhos projectos antigos assumiram então um protagonismo inusitado. Fui duchar. Teve que ser...

quinta-feira, 25 de junho de 2015

dia não sei quantos à quinta: a assinar isto

mais à frente e tal o Thomas continua assim: a mão soberana chega até um ombro descaído e as articulações dos dedos ficaram imobilizadas pelo gesso; uma pena de ganso serviu para pôr fim à morte que pôs fim às palavras, isto, obviamente, em verso (por esta pata dinamitado), cujos caracteres se expõem numa edição bilingue da assírio daquelas merdosas que descolavam ao mesmo tempo que levantavam voo as poucas notas que tínhamos para pagar a aventura. E agora ferrar o galho na net, ler umas merdas, antecipar uma data de acontecimentos, pensar na almoçarada, que festim, escrever no e-mail: olha vê lá se estudas para ter(es) uma vida boa [risinhos], por fim, ir ver a demolição a frio da sociedade do espectáculo..

Dylan Thomas em flagrante delitro (deixa passar Fernando), com a tal mão soberana que (também) assina o tal papel

quinta-feira, 7 de maio de 2015

dia não sei quantos quinta: andar na zona

tudo é mais difícil quando se é homem feito, diz-nos Énard, ou Yvan Deroy ou Francis Servain Mirkovic, a vida o corpo assemelham-se a recipientes, nem sempre etiquetados que ora se vão enchendo ora esvaziando - hoje levantei-me cedo  num despertar agitado de sonhos ainda a aflorarem listagens de merdas para fazer ensacadas sem sentido e dispersas no escuro, levantei-me de encontro ao sol ao chá à torrada, tratar de vida, quantos metros quadrados terá esta desordem?, a minha a da casa, ambas a mesma, olho agora lá para fora, estou ali  junto à janela a ler um livro sentado na poltrona verde garrafa, o mesmo sol cativo a entrar, um sol de encolher de ombros, nada basta, nada chega, volto ao livro, tudo é mais difícil quando se é homem feito, ou cão, dá igual…

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

dia não sei por acaso sei que é quinta: limpeza da casota?

Como sou e não me assumo um pensador, dá-me para retrospectivamente viver determinadas merdas, as mesmíssimas merdas que vivi antecipadamente antes de (deixem passar). Na verdade a chuva de Outubro e a chuva de Novembro amaciaram as folhas, um tipo cão não se pode perder a passear entre estalidos da folhagem, não é pouco, mais ainda o desaparecimento das árvores de folha caduca na cidade, uma ali, outra acolá, outra além, ficando assim em falta a palete de cores que nos irmanava com a paisagem, amarelos desmaiados, castanhos, laranjas, laranjas acastanhados com toques de vermelho, tudo na única época do ano em que me farto do verdum, em que passeio com o cheiro a castanhas dentro da mochila, confundindo os dias, as horas, o caralho dos segundos, um tipo cão tem que que se recordar do Annie Hall ou do Manhattan do Woody para imaginar um outono antes da sopa a fumegar, quando chega a casa. Está frio e ainda não se congemina o que fazer com o resto do salmão de ontem: talvez um paté com cornichons e ovo e maionese, já se sabe desde o Bernardo Soares que não saber de si é viver e saber mal de si é pensar. Sendo assim, estou fodido, ou talvez não. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

dia não sei quantos quatro: permanecer continuando [melhor que continuar permanecendo]

Depois de despachar de forma extremamente violenta o narrador que por cá tem andado nos últimos três quatro dias, conspurcando tempos verbais, sapateando terceiras pessoas do singular, ou terceiros cães no plural – por falar nisso quem é o caralho do nicha?, deu-me para pensar naquela música dos GNR, os pós-modernos, em cuja letra saída da pena bêbada de Reininho se escuta (e também se pode ler) que ser Mãe [reparem na letra grande] era a aspiração natural de todo o homem moderno / ser o melhor é normal [ser o melhor anormal – como eu cantava em tempos] para os novos pobres deste colégio interno [actualíssimo], acrescentando que já agora ter medo é a pulsão fundamental do criador & artista e estar sóbrio é continuar permanecer positivista. Sabemos de um deixa passar que não permaneceu na letra (no poema, arriscamos), todavia… continuando. Não é novidade para ninguém que dantes as máquinas estavam sempre a avariar e que agora continuam e que agora permanecem. Depois fui ler umas merdas e tratar dos bilhetes, não tarda debruçar-me-ei sobre o barranco do positivismo. 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

dia não sei quantos who cares quinta: toute a ver tou

Continua a lenta que se diz marcha, para o torto, para o lado, alarga, embrutece, joga à bola com os pensamentos em pelota, ou isso. Faz-se tarde sem sair do caralho do sítio, passaram quê, dez minutos?, nada disto tem letra grande dentro, ainda se vai googlar sobre J. Rodolfo Wilcock ou John Webster Spargo, à má fila, mas nem isso renova as células cerebrais acompanhando a celeridade com que estas se suicidam. Melhor beber copos, pensas, ao menos é um homicídio premeditado, não um caralho de um Mário de Sá Carneiro celular com estricnina. Desculpa lá Mário. Entretanto, vai-se um cartão, assobia-se à banda magnética, não aparece, um funcionário cansado saído de uma rua lateral ao poema do Ramos Rosa, debita uns que e tal, vais para a bicha, tens um papelinho nas mãos, parece que te estou a ver. Parece mesmo que te estou a ver (risinhos).  

quinta-feira, 5 de junho de 2014

dia não sei quantos quiiiinta: os meios habituais

Com efeito, terá ido parar à comercial [resposta ao anterior – façam atenção pf.]. Avizinha-se um conflito jurídico cujo desenlace imprevisível nos remete para uma metáfora de cariz absolutamente borgiano, isto enquanto não nos lembramos de mais nada para acondicionar o estômago com os pensamentos. Neste ponto exacto podemos acabar com o itálico, manifestando, desta forma, toda a liberdade que nos assiste para continuarmos as notícias na hora errada, sendo certo que. Ora, entretanto, como nunca ninguém se perdeu e tudo é verdade e caminho, resta-nos acrescentar que trabalhar assim é só não ser visto.

[isto ao longe:
-que dia é hoje?
-quinta
-parece quarta
-antes fosse sexta
-é amanhã então, não?
-diz que sim
-ah bom a...]

quinta-feira, 29 de maio de 2014

dia não sei quantos quinta (re)começar com: programação própria

Olá quinta. A quinta-feira é, recorrendo ao pensamento dos Jafumega,  uma passagem, uma ponte -  não estamos aqui a divagar sobre vaus – que momentaneamente nos enlaça no sentido ilusório da existência, culminando numa fuga para a frente (a sexta, onde está?), embatendo (vou tentar encontrar uma palavra mais explosiva daqui a bocado) finalmente no fim-de-semana. Dito assim, remete-nos para um momento em que o pensamento se enjaula no pequeno zoo (assim do tamanho do da Maia) da hermenêutica, fundamentando qualquer redundância vindoura. Apesar do zzzz, trabalhar assim é só não ser visto.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

dia não sei quantos quinta feriado: com a sensação de estar polindo as minhas unhas, acho

Ainda és daqui? Ainda sou daqui. Um tipo Cão tem medo. Seja cão se não tem medo (deixem passar). Na rua desapareceram árvores. Onde mijar? Desapareceram árvores, caralho, as nossas árvores. Envelheceram unidades anatómicas que conhecíamos de sempre, tipos fortes, tipas fortes, referências na frente de ataque. Conversas novas trazem nuvens com palavras como próstata, rins, achaques úricos, ácidos rebeldes, peles curtidas servindo de estandartes. Aos poucos um tipo cão decide a equipa final da estante: Vilamatinhas, Fante, Borges, Melville, um bocado de Bukowski e de Vian, uma posta de Nicha. Sebald, sempre. Ali, claro, Chatwin, acolá a Viagem ao Fim da Noite. Hrabal… fazes falta. Um lugar vago para Savage. Stendhal a dar com os cortinados. Um pouco de filosofia, alguma história. Lainez, a nossa fada. Manguel a dar para o torto. Camus, obviamente, estrangeiro. Cossery para o chatear. Rimbaud às cavalitas de Flaubert. Pessoa e Belo. Cartago infinita. Celtas. Toca a esvaziar e dar de novo. Chesterton: um manual de construção de barcos. Poe, Franz alguma coisa para sairmos disto.  Lá fora ninguém escuta as lamúrias da estante. Tudo se desmorona, à espera no centeio. 

quinta-feira, 20 de março de 2014

dia não sei quantos quintazentos: avariáveis

O início da posta sonhada era assim: imbuído do espírito deste século que é não ter espírito algum, pensando-se o espírito (deixem passar) no sentido francês do século XIX, ou no sentido que o século XIX francês lhe dava, bem entendido, mas ainda assim imbuído desse vazio, deu-me para caminhar perdidamente, caminhar a cavalo dos pensamentos, arrematado pelas emoções, galgando esse vazio que nos engalana a alma trespassando-nos como uma adaga, enquanto não nos decidimos por uma esplanada. Essa esplanada, espaço de reclusão comprazida, os olhos encarcerados por prédios, avenidas, cruzamentos, olhos bem abertos num horizonte cerceado, esse(…) [risinhos] retomaremos o sonho postando-o logo que seja possível… 

quinta-feira, 13 de março de 2014

dia não sei quantos quinta e tal: para sua comodidade passe a pagar por débito directo?

A coisa começava (isto ontem), a coisa começava com[o?] uma lembrança ténue, como aliás todas a lembranças, desembocando na frase de um velho amigo que um dia escreveu algo como calçada muda, ou isso, o silêncio que verte das multidões, o silêncio mais vazio, teria eu acrescentado, nada disto fazia sentido naquela janela perto do sítio onde os humanos olham para cima, a janela até serviu fria essa lembrança misturada com uma data de merdas que não encaminhavam qualquer pensamento, mas depois qualquer coisa inchou como um balão, e toda a gente sabe que quando as merdas incham forçosamente desincham e passam, a alternativa é rebentarem. Toda a gente sabe disso. Num momento que é um repente (deixem passar por favor), ou melhor, nesse momento que foi um repente, a boca cheia de metáforas deixou de fazer sentido, todas a palavras eram desnecessárias ali, eflúvios de merdas cinzentas (ERA MESMO A SUA COR) assomavam à boca em forma de riso, mas sem som, nenhum som conspirava contra aquele momento, um repente sem nenhuma direcção como algo adquirido. Apenas depois as coisas assumiram formas, interrogações, umas maiores ???? outras nem por isso ???, outras ainda de roupagens quase unicelulares ?????????, outras a derraparem para ??ZZZzzz?. Entretanto fui ver da conta da água. Quaaaaanto?

quinta-feira, 6 de março de 2014

dia não sei quantos não interessa agora quinta: esvazia[r]


...era um início excelente para um pouco de tudo, escreveu um dia Hamsun, mais ou menos pela mão de um tipo sem nome. Vamos a isso.