Um dia, acho que foi ontem, Gabriel Pedro escreveu: o consumo é o produto final da razão que o sustenta. Não interessa o que está a montante, nem sequer a jusante, truncado fica mesmo bem. Andei anos a reflectir e o máximo que cheguei foi: o tempo passa, o Cão sonha, tem dias que a obra nem nasce
nem sai de cima. Lindo, não é?
sábado, 21 de março de 2020
Cãorentena (não confundir com "quatarantina")
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