Mostrar mensagens com a etiqueta vésperas de feriado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta vésperas de feriado. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de junho de 2014

dia não sei quantos segunda em todos os ecrãs: menos no meu

É preciso viver a incansável (deixem passar) derrota de forma frívola para não dizer coerente com o estado das coisas. Sem vírgulas. Presumo e atesto que a proximidade de um campeonato do mundo de futebol de onze seja capaz de com o determinismo sociológico necessário esconder uma quantidade enorme de pó debaixo da carpete que fica por debaixo (deixem passar) do sofá na casa de praia do Luís Canzana (isto anos atrás) ainda assim insuficiente para colmatar qualquer ausência de sentido nas nossas vidas (deixem passar). Resumindo (uf), se porventura todo o poder da informação residia na suspeita de que esta dava poder, a partir do momento em que, assim o cremos, se substituiu à má fila, o dito vocábulo por conhecimento, a muda de roupa das coisas foi do caralho. Sinistra mesmo. 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

dia não sei quantos terça vinte e quatro de dezembrhuuuuum: cenas que nos crescem na cabeça

Olhem agora: não sabemos se a casota está a voar, diz que sim, acreditamos. Ponto.  A expensas de alguns devaneios congeminados por neurónios mais esclarecidos percebemos que qualquer coisa se passa huuuuum: é dia de, tivemos o dia D e agora temos o dia de, entretanto, as forças do mal capturaram e torturaram alguns elementos considerados indispensáveis para a continuação desta posta, vamos a pique, a resposta não se fará esperar…[risos terríficos].


- imagem demonstrativa de uma das cenas que nos podem crescer na cabeça. 

[onde anda o Zz?]

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

dia não sei quantos 179: continua

ZZZZZZZZzzzzzeu desejava qualquer coisa, esgotar o stock, principiar um novo, manter a boa disposição, em particular nas situações em que o mercado não está para ai virado, nesse sentido, pela sua delicadeza e complexidade, devemos tentar desfrutar dentro das possibilidades, extravasando essas possibilidades sempre que possível, e mesmo não sendo muito possível. Estaleca. Tentar trocar as voltas. Embora comer uma bucha.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

dia não sei quantos 118: circular é viver


Logo pela manhãzinha, no escuro, ainda no escuro, pensamentos amodorrados, pensamentos entredentes, aquela membrana ténue entre o dormir e o acordar que se vai - neste caso -rasgando aos poucos, semelhante àqueloutra que os surrealistas ambicionavam capturar antes do dormir, o corpo dormente, a mente vai-não-vai, pois foi nessa altura, acho, que escutei uma voz, temos planos, disse, não, qual é o plano das festas? – terá dito, acho que foi isso, e eu, tu queres ver que temos um propósito ou dois… onde, onde?, escutei claramente vindo do interior do meu cérebro. Nesse momento podem adivinhar o estado de espírito em que me encontrava. Entretanto a manhã pariu umas compras na mercearia, uma assistência técnica por mecanismo de garantia, um estacionamento e bolos. Na rua passeavam flores com seres humanos acoplados. Amanhã é dia feriado. É assim até ver.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

dia não sei quantos 91: systems administrator


É uma quinta-sexta-feira. Em bolandas, com assuntos à perna e ao braço, em bolandas no milieu burocrático. Começo a ter experiencial efectivo na resolução e implementação avançada de sistemas alternativos, nomeadamente. E depois sou um gajo proactivo.



      [max]

terça-feira, 14 de agosto de 2012

dia não sei quantos 40: saber as novidades


Acordar a pensar logo num monte de coisas muito importantes e pertinentes, dir-se-ia mais que as mães, para logo depois rejubilar com a chuva, o verão com necessidades especiais…

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

dia dezoito... ...

Caminhei rafeiro e brejeiro, quilómetros atrás de quilómetros, por um acaso deixaram-me cheirar a biblioteca e o snack, e por um outro acaso, se entrasse num centro comercial, assim rafeiro e brejeiro, mas vestido com um ar de usa e abusa graça, deixava-me entrar, e eu pensaria ainda sou um consumidor, ainda pareço um consumidor, e não sei se notam os que ficam à porta, cidadãos mesmo não sendo rafeiros (do tipo canino) nem brejeiros, ficam à porta, não são consumidores, nem sequer sabem farejar uma portinhola lateral, ou uma conduta de gás, nem sequer servem para serem perseguidos. E ninguém lhes ladra. Ladro eu, caralho. Eu e o Samsa, que agora lhe dá para isso...

[duas médias e uma mini]