domingo, 12 de janeiro de 2014

dia não sei quantos domingo e tal: colhido pelos argumentos

Entretanto, ando a seguir isto. Não faz mal, diz uma voz na minha cabeça. Como um dia escreveu o Edgar (aquele século XIX americano foi de puta madre, não?): nunca aposte a sua cabeça com o Diabo.  Não explico, teria sussurrado se fosse gajo para essas merdas. E então um belo dia…  

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

dia não sei quantos à quinta: que (in)diferente teria sido

Um tipo perde merdas (deixem passar) que um Cão não compreende. Um Cão está ali sempre. Fareja. É cão para ladrar. Escuta, ou isso. Deixa-se ficar como quem não se deixa ficar. Um gato deixa-se ficar como quem se deixa ficar, isto só para compararmos cenas que, nunca, mas mesmo nunca, são comparáveis. Onde é que estão então as merdas perdidas que o Cão não compreende como é que se perdem? Pois, não chegariam parágrafos de compêndios a granel para esmiuçar essa gangrena a todos os títulos deplorável. Entretanto há merdas bem importantes que se esbanjam na engrenagem balofa da vida (eu queria dizer dias mas não consegui). Apetece-me ver uma série de jeito. Que horas são? Onde?

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

dia não sei quantos reis de segunda: emanar rente ao chão

Tem dias. O chão emana cenas. Outras não se sabe de onde caralho vem. Entretanto, ficamos a saber por uma nota antiga que a solidão é um acto solitário. Já sabíamos que a morte também o era, isto pela pena de um bradbury com letra pequena. Para este momento havíamos agrafado um poema à cena, mas já não passa. É tudo.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

dia não sei quantos é sexta mas não parece: tudo isto prejudica gravemente a sua...

Posto isto, posto aquilo, já nem me lembro. A membrana ténue não devassa nenhum sentido. Estarei velho? Sou (quase) antigo, razoavelmente, orgulhosamente, adjectivamente anacrónico, as palavras que salpicam o ar não ajudam a barca a dar de si, e o corpo remete-nos para as fissuras na parede, falta pintar, um toque no rodapé, acabar um parágrafo de gente. Não é (a)gente. Tendencialmente às escuras, como é que é ?, a iludir as formas para entreter a paisagem de cada gesto (muito bom), mais cenas, coisas a dobrar o cabo das tormentas [risinhos], a realização da experiência em combinados de trazer por casa. O seu vocher? Falta o U. Faltam coisas. Fartamo-nos a brincar. Vem tudo em paques, merdas que nos alimentam de alegorias, até a puta da ladeira faz doer, se faz, cada um com a sua. Cof…cof…(tossir). 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

dia não sei quantos...estranhamente quinta: teve zZzzz, lá isso teve

Também é verdade que lavar os dentes lá pelas 15 horas e picos da tarde assume contornos de tranquilidade Cosserineana (lê-se Cosseryniana), um vórtice existencialista (para contradizer) sem paralelo no hemisfério norte e arredores. Mas bastou pôr a patorra ( o Cão lava os dentes mas infelizmente tem patorra) fora de casa para testemunhar um sobressaltado mundo que andava às trocas. Fui-me com gosto por ali abaixo e troquei-me por outro, que vos escreve. E é isto. 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

dia não sei quantos terça vinte e quatro de dezembrhuuuuum: cenas que nos crescem na cabeça

Olhem agora: não sabemos se a casota está a voar, diz que sim, acreditamos. Ponto.  A expensas de alguns devaneios congeminados por neurónios mais esclarecidos percebemos que qualquer coisa se passa huuuuum: é dia de, tivemos o dia D e agora temos o dia de, entretanto, as forças do mal capturaram e torturaram alguns elementos considerados indispensáveis para a continuação desta posta, vamos a pique, a resposta não se fará esperar…[risos terríficos].


- imagem demonstrativa de uma das cenas que nos podem crescer na cabeça. 

[onde anda o Zz?]