quarta-feira, 7 de agosto de 2013

dia não sei quantos 398: olha parece que está a chover

A coisa vai não vai, o cenário não implica motivos culturais ou quaisquer outros. Privamos com o vai valer a pena lado a lado com o vai correr tudo bem, uma sociedade histórica que fica à esquerda da volúpia da areia, amordaçada (e bem) pelo mar. As incitativas próprias tornam-se evidentes mas nada previsíveis (deixem passar), já as iniciativas de terceiros são complementares ao tédio mais airoso dos últimos tempos. Mais das vezes resgatamos a mioleira com o corpo a tiracolo, outras vezes vamos correr, mas não muito.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

sábado, 3 de agosto de 2013

dia não sei quantos 394: ei

ó manganão, para que lado é que fica o mar?...

(e este brum bruum, curiosamente, já era diferente, quer dizer, deixem passar)

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

dia não sei quantos 293, perdão, 393: pede deferimento

Recomeçou o bruuuuuuum.
Fugiremos rumo ao mar. 

[entretanto adiar cenas para uma segunda-feira ainda mais distante]

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

dia não sei quantos 392: código zzz

Dez horas e meia de sono. Não fui correr. Não li um caralho. Depois fui ao tal sítio cumprimentar um amigo. Cumprimentei. Entretanto tratei de dois pendentes e de um oscilante. Fui depositar graveto por causa da outra cena que não dá graveto nenhum. As muletas custam dinheiro, diz-se. Aproveitei e dei um giro. Pensei que tudo está ligado por fios fininhos como o caralho que tecem uma teia invisível mas muito bem implantada no terreno. Formalmente estou a seguir em frente. Em breve farei interpelações.