Também ao domingo (hoje é dormindo, perdão domingo, não?)
as nossas as…pirações – caralho, já me esqueci do que ia dizer – ou isso. Bom,
também ao domingo (hoje é dormindo, perdão domingo, não?) as coisas se afiguram
nada fáceis, ou menos boas, ou como aquela cena dos políticos futeboleiros: não
são mentiras, são inverdades. A cena de domingo cuja analogia coabita com esta música que é a única que por aí conhecem dos ditos, criou um imaginário que
poderia figurar no dicionário dos seres imaginários do Borges com a Margarita,
não confundir com a cena do Bulgakov, embora se possa de forma até indelével,
neste contexto, conceber determinadas balbúrdias com a palavra mestre. E eu que pensava, não há pouco
tempo, que o dicionário dos seres imaginários era do mestre, perdão do Borges,
com o Casares, desenlace óbvio das suas tardes de ócio que se prolongavam pelo
noite dentro, noite essa, luminosa, onde habitavam os olhos do mestre, perdão,
de Borges. Ocasionalmente ainda, a limpeza da casota na fase pano de pó
leva-nos a devaneios debitados e teclados na folha branca projectada no ecrã.
Posto isto, tudo fancaria.
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domingo, 22 de setembro de 2013
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