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domingo, 22 de setembro de 2013

dia não sei quantos doze mais vinte e dois [da nova era]: cortar a etiqueta

Também ao domingo (hoje é dormindo, perdão domingo, não?) as nossas as…pirações – caralho, já me esqueci do que ia dizer – ou isso. Bom, também ao domingo (hoje é dormindo, perdão domingo, não?) as coisas se afiguram nada fáceis, ou menos boas, ou como aquela cena dos políticos futeboleiros: não são mentiras, são inverdades. A cena de domingo cuja analogia coabita com esta música que é a única que por aí conhecem dos ditos, criou um imaginário que poderia figurar no dicionário dos seres imaginários do Borges com a Margarita, não confundir com a cena do Bulgakov, embora se possa de forma até indelével, neste contexto, conceber determinadas balbúrdias com a palavra mestre. E eu que pensava, não há pouco tempo, que o dicionário dos seres imaginários era do mestre, perdão do Borges, com o Casares, desenlace óbvio das suas tardes de ócio que se prolongavam pelo noite dentro, noite essa, luminosa, onde habitavam os olhos do mestre, perdão, de Borges. Ocasionalmente ainda, a limpeza da casota na fase pano de pó leva-nos a devaneios debitados e teclados na folha branca projectada no ecrã. Posto isto, tudo fancaria.