Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal a saque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal a saque. Mostrar todas as mensagens

sábado, 2 de novembro de 2013

dia não sei quantos eu sei lá, sei lá: não custa tentar


Descobri, não sem algum pasmo, que a minha vetusta mesinha de cabeceira tem mais livros que algumas bibliotecas particulares, cerca de sete, para ser quase exacto (com números nunca se sabe), isto sem contar com ramificações em formato papel que vão desde jornais a bulas de merdas medicamentosas, passando por caderninhos a caminho da jubilação. Mais a mais (toda) a [nossa] situação sociopoliticaeconomica actual – e antes que ocorra a musealização dos acontecimentos na vertente Baudrillardiana da coisa – cujo sound mais o bite nos endrominam os dias, chegando mesmo a endrominar-nos os aposentos mais recônditos do pensamento e da tripa, recorda-me uma máxima canina muito conhecida de uns poucos (deixem passar) eleitos, na verdade Moi e o Tal, que diz mais ou menos assim: de pívia em pívia ainda haveremos de ter um filho (outra versão refere fazer um filho). Não custa tentar.  

terça-feira, 11 de setembro de 2012

dia não sei quantos 68 e tal: lost o caralho


Em breve, muito breve, seremos todos, ou quase - de qualquer modo demasiados -, desempregados, desalojados, desnorteados, empregados pedintes e bajuladores, ou, como dizia um poeta que ninguém conhece, pois claro, seremos serenamente líquido desinfectante de calçadas.