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sábado, 18 de maio de 2013

dia não sei quantos 317: um imenso nada


Após dez horas e picos de sono contínuo… continuei (deixem passar) a dormir acordado durante pelo menos mais trinta e cinco minutos, o que perfaz umas boas onze horas de sono mais ou menos, acto seguido deu-me para ler uma merdas enquanto acordava, tudo somado umas boas doze horas já a contar com o pequeno-almoço encaixado (risinhos). Doze horas já foram – terei pensado, enquanto me recusava na plenitude dos meus direitos a acordar completamente para o mundo, isto já agrupado aos backups que fazia por obra e graça de automatismos que concorrem diariamente para a perda de informação, são pastas sobre pastas, localizações a informarem de localizações, pastas que contêm elementos supostamente indicativos de outros elementos localizados noutras pastas, caderninhos expostos aos elementos, outros caderninhos explicando a exposição dos caderninhos expostos aos elementos, ou o caralho, tudo somado, um imenso nada. Não tarda estarei a merdar na mercearia, parece que é preciso leite.