Escreveu um dia Flaubert que ao vermos uma nuvem ameaçadora, [devemos] predizer: «vai chover a cântaros.». Por causa desta brincadeira não fui correr, fiquei por assim dizer colado à cama a ler umas merdas, a borrasca da noite anterior nada teve que ver com isso, claro.
[De tarde fui, contra todas as regras de conduta, à mercearia grande, mais isso, mais aquilo, tenho uma vida muito interessante]
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sábado, 19 de janeiro de 2013
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