terça-feira, 7 de novembro de 2017

Post-it

li algures que o crime não compensa, então tenho a dizer que o meu trabalho é um crime!

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

I am his Highness’ dog at Kew,

Pray tell me sir, whose dog are you?


(Nota: o envio destes postais, de diferentes locais da minha mente, são da exclusiva responsabilidade dos CTT neuronais que a acompanham...)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

ZZZZzzzztobecontinuedzzzzzlalá

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terça-feira, 4 de julho de 2017

zzzz ta tata

tata? nop... zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzo trabalho embruteceeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

terça-feira, 6 de junho de 2017

dia de treino

ZZZZZZZZZZZZZZzzzzzzzzzzzzzz

Acordar. Tentar adormecer. Pensar na vida. Não adormecer. Ligar o telele. Pensar na vida. Responder a uma mensagem. Levantar a alma em direcção a uma mija. Beber água. Deitar o corpo sem a alma. Ver cenas no telele. Pensar na vida. Programar os pensamentos em direcção à realidade. Qual? Levantar e tomar o pequeno-almoço do costume (deixem passar). Ligar o computador. Limpar o quarto, o escritório do divã, a sala, os livros. Ir ao computador entretanto. Meter uma música fetiche…deu Oasis, meu deus, deu oasis, aquela cena do wonderwall. Não ter vergonha. Parar. Continuar. Devolver uma chamada. Comer sopa e uma sandes mista (queijo e chouro). Pensar em cortar os pulsos. Brincadeira. Ler umas merdas. Tipo livro. Descer a ligar o carro. Comprar duas camisolas fixes de manga curta. Comprar provisões para a casota. Comprar umas cenas para um puto da família lá longe. Pensar na prenda do irmão. Subir com o mundo todo nas escadas rolantes. Chegar. Onde? À casota. Cortar o pêlo e pagar. Casota outra vez. Tomar duche e cortar os pêlos restantes do focinho. Ler umas merdas (tipo livro). Comer uma sandes. Cortar os pulsos em pensamento. Levar a reciclagem. Beber uma cerveja. Fazer sopa e bacalhau à gomes do caralho com brócolos para dois dias. Comer. Beber. Cagar. Fumar um, dois, três cigarros de enrolar. Chegar aqui, onde?, aqui, cansado de um dia de folga. Quer dizer, de treino. Ou isso…

sábado, 3 de junho de 2017

está sol... acho

eu diria melhor, diria que a coisa vai...ou melhor, a insustentável leveza deste dia enrola-se como um manto numa janela (de alumínio) recôndita do pensamento. Acho.

[não dispomos de qualquer imagem que sirva de suporte a este dia, só para terem uma ideia, quer dizer, para não terem uma ideia, isto é, para terem que imaginar a dificuldade da recriação de um dia - de outrem -  não vossas cabeças sem recurso a qualquer imagem, ou mesmo a uma vírgula que vos permita ser solidários com a loucura do Cão. Obrigado]

domingo, 28 de maio de 2017

"Só podemos abusar das coisas que são boas...

ou... todos os abusos do mundo resultam do facto de nos ensinarem a ter medo da nossa ignorância".
Deixo-vos com estas reflexões sentenciosas, aparentemente contraditórias na sua complementariedade. Escreveu-as Montaigne, parece que o estou a ver, na sua torre, a sonhar com a cabana de Ludwig Wittgenstein, mas posso estar engando. De qualquer forma:


quarta-feira, 17 de maio de 2017

Varrão e Aristóteles (...) terão tirado da Lógica algum alívio para a gota? *

[a pertinência desta questão título ultrapassa a capacidade do autor deste blogue para que sejam tecidas quaisquer consideração adicionais, ou não]

*escreveu assim um dia Montaigne

terça-feira, 16 de maio de 2017

sexta-feira, 12 de maio de 2017

dos galos fazem-se muitos capões, mas de um capão nunca se fez um galo*

entretanto, fiz uma sopa, quer dizer, acordei, comi pão torrado, bebi chá verde, parte de uma maçã terá sido roída, andei a computar, reflecti muito, invariavelmente, sobre a visita do papa, ali está ela a visita, que linda, pensei muito nisso, não que fosse estritamente necessário, não, a visita anda por aí a a ser propaga, laminada, concertada desde o princípio dos tempos, parece-me que todo o caminho que fizemos como nação valente e imortal foi no sentido de possibilitar esta visita, mas tenho outros interesses, obviamente, ainda antes de fazer sopa e muito antes de fazer um parágrafo, quero dizer que tenho muitos interesses, ainda peguei num livo de cima da mesinha de cabeceira mas tinha a sopa ao lume, ah, e ainda lerpei uma sandes de pão de ontem com presunto do Fundão e coca cola zero morta. Tenho uma vida muito interessante. Sem dúvida.

*Montaigne

domingo, 7 de maio de 2017

comentários há por todo o lado, mas de autores é grande a penúria*


diz que aqui vim para fazer o mesmo que o Sporting no jogo de hoje: encher pneus. Preencher calendário é outra coisa.
eu já volto, ou isso.

*Montaigne

terça-feira, 11 de abril de 2017

toda a essência do universo silogístico, por um silogista, acho...

um dia escreveu assim Montaigne: o presunto faz beber, o beber mata a sede; portanto o presunto mata a sede.

sexta-feira, 31 de março de 2017

um conselho aos humanos que sabem ler umas merdas em inglês

aqui vai:



desculpem...não é isto...eheheh... agora é que vai:


agora vou ali digerir o que resta da sopa à chuva... com licença.