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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

dia não sei quantos 63: Chatwin&companhia


Uma manhã ao calhas, com uma andança e um jornal acoplados, tudo ao sol, e mais café que se faz tarde. Tarde para quê? Ler a sina ao dia, continuar, deitar-se a adivinhar pela tarde fora, escrevinhando na internet, participando activamente nesse imenso rol de coisas importantíssimas, olhando as paredes, fazendo falcatruas com o cérebro. E depois ler qualquer coisa, é o melhor, é o melhor.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

dia sessenta e três ou o c...

Entretanto a ausência de escrúpulos de alguns suscita dúvidas. Um peso. “A vidinha” dir-me-ão, enquanto eu aconchego o jantar respectivo, meu de direito, após uma nuvem de trabalho “do mal, o menos” que me ajeita a digestão. Arroto, já segue, a whisky barato, e não faço por menos: “(…) em especial, as coincidências que são esmagadoramente prováveis”, parece que foi o Chesterton que disse. Ou o caralho.

sábado, 14 de novembro de 2009

dia dois

Ao sábado a perspectiva levantar da cama é assombrada pela visita alcoólica do dia anterior, dizeis-me, o que, vindo de gajos, segundo creio, pouco escandinavos tem o seu quê de luzerna na minha pesada cabeça. Mas não, não, não e não, quase todos os dias noites, isto é, vésperas de dia seguinte, ou um seu sucedâneo, normalmente ocorre um encontro já não sei se é com o Jekyll ou Mr. Hyde qualquer coisa álcool, assim como assim todos os santos dias se lêem os jornais e se consulta a Internet na demanda infrutífera e sobejamente canina de um trabalho. Não é que não tenha trabalhos, assim como não é que eu não tenha mais nada de importante para fazer do que beber, mas é que, é que, ler, foder, comer, levantar da cama e ter montes de tempo e perspectivas de montes de tempo ao longo de um espaço temporal alongado é um bocado fodido, a não ser que um gajo seja um desses mandriões genéticos ou sei lá, um escritor, mas esses têm acho eu um método, disciplina, e alguns agora até consideram a coisa um trabalho, por isso vou até pesquisar sobre alguns que consideram escrever como um trabalho, enquanto não chega a hora de beber um copo, ou de ler o jornal, ou de morder os classificados.