Ora como eu estava quase a dizer, passemos a palavra sobre a cervejola ao
Fernand Braudel, que diz assim: para a
fabricar, fermenta-se trigo, ou aveia, ou centeio, ou milhete, ou cevada, ou
até espelta [isto, é praticamente tudo que é cereal]. Nunca se trata um cereal sozinho: actualmente os cervejeiros juntam ao
germe de cevada (o malte), lúpulo e arroz. Mas antigamente havia muitas
receitas, levavam papoila [eh…eh…],
cogumelos, aromas, mel, açúcar, folhas de louro… Os Chineses misturavam também
nos seus «vinhos» de milhete ou de arroz ingredientes aromáticos ou mesmo medicinais.
A utilização do lúpulo, hoje generalizada no Ocidente (dá à cerveja o sabor
amargo e garante conservação) seria originária dos mosteiros dos séculos VIII e
IX (primeira menção em 822) (…). Estas merdas realmente importantes que os
tipos e as tipas pensam que sabem mas não sabem um caralho, e sobre a cerveja
grassa a mais bestializada ignorância, para não dizer relativamente a outros
milhares de assuntos. Agora vou ali ter com um compincha por causa da cena do
modem.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
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